Coragem à terceira porta

Antes faltava coragem. Agora  basta decidação e empenho para continuar.

Nunca pensei que fosse tão fácil fazer uma história em quadrinhos, quer dizer eu sabia que era fácil, afinal Laerte já havia até criado um tutorial  mas, para mim, faltava coragem. Foi então que sentei à mesa durante algumas manhãs bem cedinho, antes mesmo de seguir para minha jornada de trabalho e desenhava um roteiro que já havia escrito desde março deste ano.

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Foi no dia 08 que Paulo Terribelle, que escreveu o argumento, seguiu para Belo Horizonte para participar do FIQ e lá lançar nossa pequena história Terceira Porta à Esquerda. Não pude ir porque não havia programado e outras coisas ainda dependiam de mim: minha família, meu escritório, quem sabe no próximo?

É engraçado como sempre pensamos que dar forma à um de seus sonhos é algo simples para a maioria e muito complexo para nós mesmos. Por incrível que pareça, no mesmo dia que voltei da gráfica li um post do colega Liber Paz, professor universitário, e percebi que tinha os mesmos limites que ele apresentara: não acreditava no meu material, colocava inúmeros obstáculos afrente e não imaginava como iria imprimir.

Me lembrando de todos os novos quadrinistas que vi surgir nesses últimos três anos – todos eles possuiam um ou outro projeto em mente que, com garra, deram forma e lançaram. É a força da virada, definifitvamente entrei nesta viajem.

E as idéias não páram por aí, mas antes vou finalizar alguns detalhes ainda pendentes desta edição piloto do 3ª Porta. Aguardem!

Texto para inspiração: A grande virada – Janara Lopes